"Acredito que todo dia é uma nova oportunidade
para aprender algo novo sobre o que sentimos e sobre quem somos.
Compartilho todos os meus pensamentos sobre
relacionamentos em textos.
Gosto de café, mas tenho gastrite, gosto de gatos,
mas tenho alergia, não gosto de dormir, mas tenho o sono profundo... e o
coração leve."
Depois de um tempo fica difícil abrir o coração
novamente, assim, de maneira espontânea.
As derrotas no jogo do amor ensinam a racionalizar
alguns sentimentos e, por este motivo, gostar de alguém não é tão simples como
deveria ser.
Criamos barreiras, exigências, inventamos mil
motivos, mais para o não do que para o sim.
Meio que por sobrevivência, se não sabemos, acabamos
descobrindo atalhos para sermos felizes sozinhos o tempo todo.
Aprendemos as coisas que nos aliviam, que nos deixam
felizes, que nos acalmam, que nos distraem e que nos fortalecem.
Construímos um mundo particular confortável e uma
cela quase intransponível para o coração.
De vez em quando aparece alguém batendo na porta,
educadamente, querendo entrar, e por mais que a pessoa mereça uma chance, às
vezes entregar-se é custoso.
Parece cansativo sair do conforto de não sentir
vazios no coração ou nós na garganta, porque gostar de alguém às vezes causas
estes efeitos colaterais, mesmo que isso custe não morrer de amores nos finais
de semana e levar uma vida sem grandes intimidades.
Pagamos o preço do não amar, às vezes com gosto.
Criamos um medo enorme, mas ele não é de amar, nunca
foi.
O medo é de dar errado, de se machucar, de se
entregar a toa, de quebrar a cara e sofrer novamente.
Com o tempo ficamos fortes para a vida, mas frouxos
para o amor.
É como ter medo de alturas, porque não se tem medo
da distância entre o chão, mas sim da possível queda.
E nesse medo que acumulamos, passam algumas pessoas
que poderiam ter valido a pena insistir, mas até nisso, a motivação
acaba.
Lutar por alguém, doar-se um pouco mais para que
algo dê certo, custa um esforço danado. Insistir em alguém parece
exaustivo.
Com o tempo ficamos práticos, se der certo ótimo,
senão adeus.
Enquanto encaixa o jogo continua, se uma peça se
perde, é melhor substituir.
O problema é que ficamos práticos demais.
E meio contraditório, às vezes o medo é de dar
certo.
E se com esta pessoa funcionar?
E se eu for feliz de uma maneira que nunca imaginei
que seria?
Quem me garante que desta vez a pessoa não irá
embora?
Quem me promete que as atitudes dela me renovarão a
cada dia?
Mas a vida é este risco incalculável de incertezas,
talvez a saída seja entregar-se totalmente mesmo, sem limitações.
Se quebrar a cara, quebrou, a gente compra uma
mascara enquanto concerta a cara.
Se machucar o coração a gente foca no trabalho,
enquanto chora nos intervalos do almoço, enquanto as lagrimas vão levando as
decepções e a nossa coragem embora, mas a coragem a gente recupera, traz de
volta, e as decepções a gente transforma em aprendizado.
Depois de um tempo é preciso muita coragem para sair
dessa mediocridade de relações superficiais.
Talvez valha a pena encarar o medo, mesmo que a
gente precise um tempo de solidão e de calma no coração.
É preciso criar um alarme para não perder o horário
de voltar a abrir o coração, de querer com ânsia os mais puros sentimentos.
Mesmo que não seja o momento, uma hora você precisa
criar coragem para volta a subir no andar mais alto do prédio, mesmo com medo,
porque um dia a alma fica inquieta e pede.
E que este tempo seja para criar impulso e depois
pular com tudo, porque estar vivo só vale a pena quando podemos... com toda a
sua plenitude... sentir!!!
"Acredito que todo dia é uma nova oportunidade
para aprender algo novo sobre o que sentimos e sobre quem somos.
Compartilho todos os meus pensamentos sobre
relacionamentos em textos.
Gosto de café, mas tenho gastrite, gosto de gatos,
mas tenho alergia, não gosto de dormir, mas tenho o sono profundo... e o
coração leve."
Depois de um tempo fica difícil abrir o coração
novamente, assim, de maneira espontânea.
As derrotas no jogo do amor ensinam a racionalizar
alguns sentimentos e, por este motivo, gostar de alguém não é tão simples como
deveria ser.
Criamos barreiras, exigências, inventamos mil
motivos, mais para o não do que para o sim.
Meio que por sobrevivência, se não sabemos, acabamos
descobrindo atalhos para sermos felizes sozinhos o tempo todo.
Aprendemos as coisas que nos aliviam, que nos deixam
felizes, que nos acalmam, que nos distraem e que nos fortalecem.
Construímos um mundo particular confortável e uma
cela quase intransponível para o coração.
De vez em quando aparece alguém batendo na porta,
educadamente, querendo entrar, e por mais que a pessoa mereça uma chance, às
vezes entregar-se é custoso.
Parece cansativo sair do conforto de não sentir
vazios no coração ou nós na garganta, porque gostar de alguém às vezes causas
estes efeitos colaterais, mesmo que isso custe não morrer de amores nos finais
de semana e levar uma vida sem grandes intimidades.
Pagamos o preço do não amar, às vezes com gosto.
Criamos um medo enorme, mas ele não é de amar, nunca
foi.
O medo é de dar errado, de se machucar, de se
entregar a toa, de quebrar a cara e sofrer novamente.
Com o tempo ficamos fortes para a vida, mas frouxos
para o amor.
É como ter medo de alturas, porque não se tem medo
da distância entre o chão, mas sim da possível queda.
E nesse medo que acumulamos, passam algumas pessoas
que poderiam ter valido a pena insistir, mas até nisso, a motivação
acaba.
Lutar por alguém, doar-se um pouco mais para que
algo dê certo, custa um esforço danado. Insistir em alguém parece
exaustivo.
Com o tempo ficamos práticos, se der certo ótimo,
senão adeus.
Enquanto encaixa o jogo continua, se uma peça se
perde, é melhor substituir.
O problema é que ficamos práticos demais.
E meio contraditório, às vezes o medo é de dar
certo.
E se com esta pessoa funcionar?
E se eu for feliz de uma maneira que nunca imaginei
que seria?
Quem me garante que desta vez a pessoa não irá
embora?
Quem me promete que as atitudes dela me renovarão a
cada dia?
Mas a vida é este risco incalculável de incertezas,
talvez a saída seja entregar-se totalmente mesmo, sem limitações.
Se quebrar a cara, quebrou, a gente compra uma
mascara enquanto concerta a cara.
Se machucar o coração a gente foca no trabalho,
enquanto chora nos intervalos do almoço, enquanto as lagrimas vão levando as
decepções e a nossa coragem embora, mas a coragem a gente recupera, traz de
volta, e as decepções a gente transforma em aprendizado.
Depois de um tempo é preciso muita coragem para sair
dessa mediocridade de relações superficiais.
Talvez valha a pena encarar o medo, mesmo que a
gente precise um tempo de solidão e de calma no coração.
É preciso criar um alarme para não perder o horário
de voltar a abrir o coração, de querer com ânsia os mais puros sentimentos.
Mesmo que não seja o momento, uma hora você precisa
criar coragem para volta a subir no andar mais alto do prédio, mesmo com medo,
porque um dia a alma fica inquieta e pede.
E que este tempo seja para criar impulso e depois
pular com tudo, porque estar vivo só vale a pena quando podemos... com toda a
sua plenitude... sentir!!!
